19 de novembro de 2010

Sexualidade Positiva!

Decorreu hoje, pelas 17 horas, no Auditório da Escola Secundária de Amora mais uma palestra inserida na temática da Educação Sexual para os alunos do ensino secundário. Este evento foi organizado pelo Centro de Recursos da E.S.A., através da professora Isabel Tavares, e pelo PPES e nele estiveram presentes alunos do décimo e décimo primeiro anos.
A palestra foi conduzida pelo psicólogo Alfredo Leite, director pedagógico do projecto Mundo Brilhante, e teve como tema Representações da Afectividade e da Sexualidade Positiva.
De forma muito informal e interactiva, pretendeu-se levar os alunos a reflectir, através de imagens intercaladas com pequenas histórias, rindo e partilhando experiências.
Dando sempre o protagonismo aos alunos, foram desmontados e analisados muitos clichés, esteriótipos e ideias pré-concebidas sobre temas tão diversos como a assertividade, a gravidez na adolescência, a utilização do preservativo, afectos e relação entre os jovens e deles com a sociedade (incluindo pais e professores).
A assertividade, a capacidade de afirmar os próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de forma directa e honesta (sem violar os direitos dos outros), é crucial nas questões de sexualidade e afectividade pois permite um equilíbrio entre dois extremos, um por excesso (agressão), outro por defeito (submissão). Ser assertivo, afinal, é ser capaz de dizer SIM e NÃO quando for preciso.
Salientou-se o papel da escola como local por excelência para a formação de jovens assertivos e informados, capazes de tomar decisões e de viver e disfrutar de forma natural a sua sexualidade.
A equipa do PPES não pode deixar de agradecer a preciosa colaboração da professora Isabel Tavares, cuja disponibilidade e incansável energia muito nos tem motivado nesta tarefa.
Se queres saber mais sobre todos estes temas, tens dúvidas ou queres fazer uma sugestão, lembra-te que podes enviar um email para o endereço esasaudavel@gmail.com.

17 de novembro de 2010

Gravidez na Adolescência

Decorreu hoje na Escola Secundária de Amora a primeira de várias palestras consigandas à temática Gravidez na Adolescência, organizadas pelo PPES em colaboração com a psicóloga Andreia Santos.
Sendo esta uma questão premente na ESA, como em muitas outras escolas portuguesas, a análise das suas condicionantes com alunos do 11º ano (neste caso) permitiu uma percepção mais aprofundada desta situação.
De forma interactiva e dando primazia aos alunos, foram salientadas tanto as razões que levam as adolescentes a querer, como a não querer engravidar.
No primeiro grupo surgem razões como a insegurança relativamente aos objectivos de vida, a ilusão de criação de laços duradouros com os namorados ou a ignorância face à correcta utilização de métodos contraceptivos. No segundo grupo salientam-se as dificuldades financeiras e o prosseguimento dos estudos como as principais razões para evitar uma gravidez adolescente.
Em caso de dúvidas sobre esta ou outra temática relacionada com a sexualidade, envia um mail para esasaudavel@gmail.com, garantimos o teu anonimato.

27 de outubro de 2010

Alimentação Saudável na Escola

Realizou-se hoje na Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense o encontro  Alimentação Saudável na Escola. Organizado pelo Gabinete Seixal Saudável, nele foi apresentado o estudo Hábitos Alimentares dos Jovens do Município do Seixal, realizado no âmbito do projecto Promoção de uma Alimentação Saudável na Escola.
O encontro decorreu ao longo de todo o dia, incluindo diversas apresentações sobre o tema e dos vários projectos desenvolvidos neste âmbito pelas escolas do concelho.
Estiveram presentes as professoras Helena Correia, coordenadora do PPES, Teresa Matos e Sandra Rocha, que fizeram uma breve introdução ao trabalho realizado no ano lectivo 2009/2010 com o objectivo de promover a alimentação saudável na ESA.
A participação efectiva da Escola Secundária de Amora consistiu em duas apresentações, realizadas pelos alunos das turmas de décimo segundo ano que colaboraram nas actividades do projecto ao longo do ano lectivo 2009/10, e que generosamente se disponibilizaram mais uma vez para representar a sua antiga escola.
As apresentações tiveram como título Ementa Metálica e Metais Essenciais, e focaram, de forma fácil e divertida, a importância de uma alimentação variada na obtenção de elementos qímicos essenciais à saúde.

Programa (como inicialmente previsto)

9 horas – Recepção dos participantes e entrega de documentação
9.30 horas – Sessão de abertura
9.45 horas – MUNSI Seixal: Prevenção da Obesidade Infantil – Gabinete Projecto Seixal Saudável – Dr.ª Mirieme Ferreira e Professora Ana Lúcia Silva – Plataforma Nacional Contra a Obesidade
10.15 horas – Coffee Break
10.30 horas – Projecto “Promoção de uma Alimentação Saudável na Escola” – Gabinete de Saúde da CM Seixal – Dr.ª Helena Neves/Nutricionista, Dr.ª Sónia Rodrigues/Unidade de Saúde Pública do Seixal e Dr.ª Filomena Sampaio
10.50 horas – Apresentação do Estudo “Hábitos Alimentares dos Jovens do Município do Seixal” – Gabinete de Saúde – Dr.ª Cristina Samouqueiro
11.20 horas – Comunicação “O Agrupamento dos Centros de Saúde dos Concelhos do Seixal e de Sesimbra e a Alimentação Escolar” (a designar)
11.35 horas – Debate
12 horas – Almoço
14 horas – Comunicação “A Alimentação em Saúde Escolar” – Dr. Rui Lima – Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular
14.20 horas – Apresentação de projectos desenvolvidos pelas escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos
15.50 horas – Coffee Break
16 horas – Apresentação de Projectos desenvolvidos pelas Escolas Secundárias
16.50 horas – Debate
17.05 horas – Actuação da Tuna de Alunos da Escola Básica de Vale de Milhaços
17.15 horas – Sessão de Encerramento

24 de outubro de 2010

Dez razões (estúpidas) para não ser vegetariano

Há um enorme leque de razões para se continuar a comer carne, produtos lácteos e ovos, bem como para continuar a usar produtos derivados ou testados em animais. O leque é tão vasto que apenas dez das razões que mais se ouvem no dia a dia estão aqui analisadas.
Razão 1:  Se não comêssemos animais, eles acabariam na mesma por morrer de fome porque acabavam por ser demasiado numerosos.
A população de animais de estimação, só nos Estados Unidos, estima-se que ronde os 20 mil milhões. Este número é bastante pequeno quando comparado com o número de animais abatidos para a alimentação humana, que se estima ronde os dez mil milhões e trezentos milhões. Assim, a razão animais de quinta para humanos nos Estados Unidos é de 65 para um.
Por estes números, a população animal não humana já está largamente fora de controlo e abatê-los seria a melhor solução, dado que eles consomem 80% dos cereais produzidos mas infelizmente quanto mais são mortos, mais surgem e a razão é muito simples: as pecuárias são operações de reprodução intensiva artificialmente mantida, sem ela os animais não teriam qualquer hipótese de atingir, o que fará manter, os efectivos actuais.
Só o cereal consumido pelo gado nos Estados Unidos actualmente seria suficiente para alimentar 800 milhões de animais humanos que morrem de fome todos os dias em todo o mundo.
Razão 2:  Se não ordenhássemos as vacas, os seus úberes explodiam e elas morriam.
É verdade que se uma vaca criada para a produção de leite não for ordenhada regularmente os seus úberes podem ficar tão inchados com leite que se torne doloroso, impedindo-a de andar até à água e ao alimento e, portanto, causando-lhe a morte.
A razão porque tal coisa não acontece na natureza é que os animais bovinos, como virtualmente todos os mamíferos, apenas produz leite depois de dar à luz ou quando está a amamentar os juvenis.
Como os criadores de gado querem retirar leite de uma vaca, retiram-lhe o vitelo e ligam-na a máquinas ordenhadoras que mais ou menos simulam o amamentar da cria. Se um criador se esquece de ordenhar as vacas, elas irão queixar-se de incrível desconforto mas se não lhes retirassem os vitelos, eles mamavam naturalmente a cada 20 minutos e vaca nunca teria esse desconforto.
Razão 3:  Os humanos são animais carnívoros.
Os seres humanos têm a capacidade de consumir a carne de outros animais e apresentam características de predador como a visão binocular e quatro dentes caninos. Infelizmente termina aqui a base deste raciocínio.
O corpo humano está melhor adaptado a comer plantas que carne: temos dentes com superfície plana em mandíbulas capazes de movimento lateral, perfeito para mastigar, coisa que os carnívoros não fazem pois rasgam pedaços de carne e engolem-nos inteiros.
Os caninos que temos são pequenos quando comparados com todos os carnívoros mas até os nossos primos distantes gorilas, que são completamente vegetarianos, têm caninos maiores que os nossos proporcionalmente.
O Homem tem intestino longo, permitindo que os alimentos nele se desloquem lentamente, permitindo que o nosso corpo absorver o máximo de nutrientes possível durante a digestão. Os carnívoros têm intestino curto pois a carne pode conter agentes patogénicos que causam rápida putrefacção se esta não for processada rapidamente.
Não temos o pH adequado no nosso estômago ácido para digerir adequadamente a carne sem que esta seja adequadamente cozinhada. Um animal carnívoro tem um pH estomacal de 1 ou inferior, enquanto os herbívoros têm um pH de 4 ou 5, o que encontramos no Homem.
Razão 4:  O Homem é mais inteligente que os outros animais logo tem o direito de dispor deles como quiser.
Há muito que a inteligência humana tem sido citada como justificação para um sem número de acções. É verdade que o Homem tem uma espantosa capacidade de manifestar pensamento abstracto em formas físicas mas como a medição da inteligência não é uma ciência exacta e devido às diferenças de espécies, essa quantificação permanece subjectiva.
Há grandes problemas com a teoria de a maior inteligência nos permitir o direito para dominar e consumir outros pois poder-se-ia admitir o absurdo de comer humanos com menos capacidades (bebés e deficientes, por exemplo). Esta teoria tem sido a justificação para atrocidades sem fim, desde o Holocausto, à negação dos mesmos direitos às mulheres, à escravatura, etc.
Razão 5: Se é errado matar animais, não devíamos também impedir os tigres e outros predadores de matar as suas presas? 
Os humanos têm a capacidade de matar e consumir outros animais, como outros predadores, mas a diferença óbvia entre o Homem e os verdadeiros predadores é o facto de nós precisarmos de ferramentas para o fazer.
Outra diferença óbvia é a possibilidade de escolha, pois o Homem vive espantosamente bem sem comer carne.
Claro que se pode encontrar comunidades humanas que têm poucas opções para além de matar e comer animais mas normalmente estamos a falar de comunidades nativas que vivem de forma tradicional.
Razão 6: O estilo de vida vegetariano é demasiado dispendioso. 
É verdade que se comprarmos alimentos pré-preparados, pode-se gastar grande quantidade de dinheiro mas isso certamente não é um exclusivo do vegetarianismo. Se se comparar o preço da carne e de outros produtos animais com o de vegetais e cereais, descobre-se que os segundos se tornam mais em conta.
Há luxos, como carne de soja, queijos e pastas, que são mais caros que os seus primos animais mas estes produtos não são necessidades. Recorde-se ainda que, se acabarem os subsídios e incentivos à sua produção, um quilo de carne pode atingir os €500.
Razão 7: Os animais não têm sentimentos. 
É verdade que não podemos ter absoluta certeza que o que nos parece alegria, tristeza, amor ou dor nos animais seja a mesma coisa que nós sentimos mas qualquer um que tenha passado uma hora com um cão sabe que os animais sentem emoções.
Jeffrey Moussaieff Masson referiu num artigo escrito sobre a pesquisa por trás do seu livro The Pig Who Sang To The Moon", que um porco pode ser tão devotado, afeiçoado, bom companheiro como um cão, se tiver essa hipótese. As ovelhas, sempre apelidadas de estúpidas, conseguem reconhecer e ter sentimentos para com outras duzentas ovelhas. 
Razão 8: Se todos se tornassem vegetarianos todos os criadores de gado iam à falência. 
Claro que muitos ficariam sem emprego se de repente todos ficássemos cheios de compaixão pelos outros animais, mas isso não parece provável, ainda que possível.
À medida que cada vez mais pessoas se tornam vegetarianas, a procura de carne e outros produtos animais irá diminuir e as indústrias que deles dependem irão adaptar-se ou reduzir-se significativamente. O grande problema com este argumento é ter sido igualmente usado para justificar a escravatura: "O que vai acontecer aos pobres donos das plantações se proibirmos a escravatura?"
Razão 9: A dieta vegetariana não é saudável. 
Um dos grandes argumentos contra o vegetarianismo é o facto de se pensar que os vegetarianos têm carência em proteínas, cálcio e vitamina B12. Mas o feijão, por exemplo, tem pouco menos proteína que a carne mas sem gorduras saturadas ou colesterol, e muitos produtos de soja são fortificados com cálcio e vitamina B12. Frequentemente, os que têm problemas com o vegetarianismo geralmente não têm uma dieta equilibrada e têm falta de ferro. 
Razão 10: Se não os testássemos em animais, muitas pessoas morreriam ao usar medicamentos pouco seguros. 
Há mais de um século que os animais não humanos são usados em testes de medicamentos e produtos para utilização humana. As razões que justificam a utilização de animais em experiências que não beneficiam a sua espécie são muitas e embocam nas que já foram debatidas.
Para quê usar animais que são geneticamente diferentes do Homem quando, infelizmente, há milhões de pessoas com doenças para as quais ainda não há cura dispostas a permitir que sejam usadas como cobaias em curas experimentais.
Concluindo, há muitas razões para não nos preocuparmos com os animais e para continuarmos a apoiar indústrias que os exploram e matam, infelizmente a maioria delas são estúpidas. 

17 de outubro de 2010

Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza

O Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza surge este ano em plena crise, um momento em que a ameaça da pobreza paira sobre cada vez mais famílias portuguesas. Na sequência da campanha mundial Global Call for Action Against Poverty, tem decorrido em Portugal a campanha  Pobreza Zero.
A pobreza em Portugal é um problema social grave e o seu não reconhecimento tem-se revelado um dos maiores entraves à sua erradicação. Por essa razão, a Oikos e a Pobreza Zero lançaram o desafio Levanta-te Portugal - O Mundo que Queremos, como forma de sensibilizar e mobilizar a sociedade civil para a resolução deste problema.
Mas o facto é que, salienta a Oikos: 1 em cada 5 portugueses vive no limiar da pobreza (21% da população total); 12.4% da população activa ganha o salário mínimo nacional; 10% da população activa está desempregada; 26,3% dos reformados recebe menos de 200€/mês de reforma; 79,4% da população activa não terminou o ensino secundário; 45,5% da população em idade escolar abandona de forma precoce a escola; 8% da população vive em habitações sem condições mínimas.
Por outro lado, continua a Oikos, as 100 maiores fortunas portuguesas representam 17% do Produto Interno Bruto Nacional, Portugal tem a pior distribuição de riqueza no seio da União Europeia com os 20% mais ricos a controlar 45.9% do rendimento nacional.
Por todas estas razões e muitas mais, apela-se ao poder político e económico que reconheça o fenómeno da pobreza como o problema social grave que é e que, com a sociedade civil, encontre soluções adequadas para a sua progressiva erradicação.

16 de outubro de 2010

Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação tem, em 2010, como tema “O Direito à Alimentação e a Luta Contra a Fome”.
Esta data, que celebra a criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em 1945, uma organização cujo objectivo principal é elevar os níveis de nutrição e desenvolvimento rural, foi festejada pela primeira vez em 1981.
Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde antecipou as comemorações e promoveu, no dia 15 de Outubro, uma sessão comemorativa do Dia Mundial da Alimentação no Anfiteatro da Maternidade Dr. Alfredo da Costa, com entrada livre.
Portugal associou-se assim a esta data e assinalou o dia com uma reflexão sobre o direito a uma alimentação saudável através do consumo de frutos e hortícolas, ilustrada pelo Regime de Fruta Escolar, implementado conjuntamente pelos Ministérios da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Saúde e Educação.
Os temas abordados foram: Aspectos protectores do consumo de frutos e hortícolas na saúde; Singularidades da produção de frutos e hortícolas em Portugal; Dieta atlântica: modo de estar português e Promoção do consumo de frutos e hortícolas em meio escolar.

5 de outubro de 2010

Dia Mundial do Professor

A 5 de Outubro, milhões de professores e funcionários da área de educação juntam-se a crianças, jovens e pais de todo o mundo para comemorar o Dia Mundial do Professor.
Da crise económica global a desastres humanitários, como o terremoto no Haiti ou as enchentes no Paquistão, o papel dos professores tem sido vital para a reconstrução social, económica e intelectual das comunidades em que vivemos e trabalhamos.
Assim, a Education International (EI) tem orgulho de reconhecer a significativa contribuição de todos os professores para a criação de um mundo melhor. A Education International é a voz global de todos os trabalhadores associados à educação, representando perto de 30 milhões de professores e outros trabalhadores através de 401 organizações que dela fazem parte em 172 países.
O secretário geral da EI, Fred van Leeuwen, comentou: "Ser um professor significa pertencer à mais valiosa das profissões. Se as comunidades encaram dificuldades, os professores estão imediatamente presentes na linha de frente para ajudar a promover a recuperação. Infelizmente, em muitos países, ser um professor também significa receber um baixo salário, ser tratado injustamente, ser pressionado e, em alguns casos, temer pela própria vida. Mas mesmo com todos estes desafios, os professores continuam a ser cruciais para a sociedade, ensinando e aumentando a probabilidade de milhões de estudantes mudarem suas vidas".
"Como a UNESCO confirma", continua ele, "'Sem a contribuição dos professores para moldar as reformas educacionais, os processos de recuperação provavelmente não atingiriam a maioria das suas metas'. Numa época em que o mundo enfrenta uma escassez sem precedentes de professores qualificados e quando são precisos mais 10 milhões de professores para alcançar os objectivos acordados internacionalmente para a educação de qualidade a que cada criança tem direito, assinalar o Dia Mundial do Professor é um pequeno passo para homenagear os milhões de heróis extraordinários desta nossa comunidade global."
A EI assinou um documento juntamente com ILO, UNDP, UNESCO e UNICEF, e participa hoje num evento oficial em Paris com professores do Haiti, Lesoto, Mali, Laos, França e Israel, que darão o seu testemunho sobre o papel dos professores na recuperação das suas sociedades.